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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Chakras, raios e a saúde



Os Raios e as Doenças. Chakras e Radionica
 David V. Tansley 
A doença é apenas uma forma de imperfeição transitória.
Cura esotérica - Alice Bailey


A doença é um processo complexo e bastante oculto. Suas raízes estão bem além da atual compreensão do homem, e podemos apenas teorizar sobre as causas-raiz que estão eternidades atrás de nós, antes do surgimento do próprio tempo.

 A medicina ortodoxa vê a doença em termos de sistemas orgânicos e de estruturas celulares, bactérias e infecções viróticas — esse modelo físico de doença vai rapidamente perder a validade dentro das próximas duas décadas, ou menos, e será, predizivelmente, substituído por outro, expresso em termos de energia.

 Os esoteristas há muito tempo falam sobre doença em termos de excesso ou insuficiência de energia, mas o advento da nova física fará ocorrer a tão necessária mudança de direção nas artes de cura. O homem e seus corpos, e as doenças que rompem e destroem a forma, serão considerados pela ciência, em futuro não muito distante, em termos de energia.

A doença é o reflexo superficial de muitas coisas e pode ser consequência, de um ponto de vista esotérico, da descentralização básica da energia da vida, seja no corpo mental ou astral, na personalidade ou na alma, nos chakras da cabeça, ou no chakra do plexo solar ou do sacro.

Pode ser o resultado da condição dos chakras, da congestão ou da estimulação excessiva da nadis, das condições terrestres (tensão geopática), da tensão interior, da herança de miasmas e desequilíbrios genéticos, do atrito entre os raios da alma e da Personalidade; do fanatismo mental o emocional, do uso inadequado das energias sexuais, das energias da alma inibidas, da falta de coordenação e integração etérica, da frustração dos ideais, de um deslocamento de energia de um chakra para outro através das estruturas internas de energia.


A lista é interminável. Na radiônica procuramos as causas básicas da doença num paciente, na minha opinião qualquer que seja a causa que localizemos no decorrer de uma análise, ela não é A causa, mas simplesmente uma causa relativa.

Tendo um certo entendimento da relação entre os chakras e o raios, e entre os raios e a doença, podemos aprofundar e ampliar nossa compreensão dos processos da doença no homem.

Apresentei a relação entre os chakras e os raios, como se segue:

Raios
Controlam o aspecto Etérico
Chakra

  1. Raio
Cabeça
2. Raio
Coração
3. Raio
Garganta
4. Raio
Testa
5. Raio
Sacro
6. Raio
Plexo solar
  7. Raio
Base
........
Já lhe ocorreu que essa relação pode ser enganosa se não indagar mos que aspecto dos chakras esses raios controlam? E o mental? Penso que não, porque estão relacionados aqui os chakras acima do diafragma e eles não existem como tal ao nível mental.

 O que vemos citado acima são os raios que controlam o aspecto etérico dos chakras. Mas, e o aspecto astral? Ele é de vital importância para nós, porque a maioria das doenças parece, origina-se no nível astral ou emocional. Então é necessário conhecermos os raios conforme eles controlam a matéria astral dos chakras.




                                                       
Raio que controlam o aspecto Astral
Chakra
1º. Raio
Cabeça
2º. Raio
Coração
3º. Raio
Sacro
4º. Raio
Base
5º. Raio
Garganta
6º. Raio
Plexo solar
7º. Raio
Testa

Podemos observar, aqui, a diferença nas relações Raio-chakra,
é importante conhecermos isso quando fazemos uma interpretação.

Agora, e a relação entre os raios e as doenças?

1º RAIO: CHAKRA DA CABEÇA — Este raio possui o poder de cristalizar e tornar quebradiço e duro, e está relacionado com o atrofiamento do corpo físico, o processo de envelhecimento que resulta na morte.

É o raio do destruidor e está relacionado com a doença conhecida como câncer. Está relacionado com a autopiedade e com a noção do Eu dramático no centro do palco. Seu aspecto bom está no sacrifício e na dedicação do Eu a coisas elevadas.
 Tumores cerebrais e inflamações nos nervos estão relacionados com este raio. Também pode afetar os olhos, principalmente o direito.

2º RAIO: CHAKRA DO CORAÇÃO — Este raio tem grande poder de construir, vitalizar e trazer coerência a formas. Ele pode facilmente superestiniular-se, acumulando excesso de átomos e causando uma forma excessiva de vitalidade, o que pode afetar adversamente a corrente sanguínea.

O corpo etérico pode-se tornar potente demais para a forma física, e isso resultará em tumores, quistos, fibromas, partes excedentes, problemas cardíacos e, curiosamente, problemas relacionados com o estômago.

 Há uma relação íntima, em termos de energia, entre os chakras do baço, do coração e do plexo solar — as energias que se espalham através desses centros referentes à força da vida produzirão tumores, principalmente se os desejos e ambições forem impedidos ou suprimidos por subatividade do chakra do plexo solar.

 Dois aspectos negativos do 2 raio de energia são: amor-próprio levado a extremos e atenção voltada para a personalidade.

No nível positivo, temos o amor da alma e o amor de grupo, em oposição ao amor da personalidade. As pessoas com o chakra do coração subativo têm, geralmente, num nível ou noutro, uma intensa preocupação consigo mesmos e falta de consciência de grupo.

 Por outro lado, se o chakra do coração for superativo, a consciência de grupo estará presente e poderá haver um processo de transferência de energias para esse centro a partir do plexo solar. Segundo minha experiência, é raro encontrarmos o chakra do coração fora de uma condição normal, ou seja, funcionando fora dos limites normais.

3º RAIO: CHAKRA DO SACRO — o 3º raio é a energia da substância; ele está associado à manipulação de pessoas, de situações e de energias de maneira astral, para a satisfação material ou sexual. Ele irá produzir distúrbios intestinais e gástricos, problemas estomacais, baixa vitalidade, certos distúrbios cerebrais; as assim chamadas doenças sociais, a sífilis, a gonorréia e a atual onda de AIDS , e se relacionam energia deste raio.

Seu aspecto negativo é a sexualidade excessiva e hiperatividade, chamada de doença, e atualmente abundante entre crianças principalmente nos Estados Unidos, o lar da AIDS. Pode ser coincidência, mas New Yorker é controlada pelo 3º raio, e foi ali que a AIDS aparente mente se originou, o que faria sentido em termos de energia.

Além disso o raio da personalidade dos Estados Unidos é o 6º raio, o do idealismo que se relaciona com o chakra do plexo solar e com o desejo, e o raio da alma é o 2º - o do amor-sabedoria, uma energia que está definitivamente relacionada a condições do tipo cancerosas, como a AIDS. Essa doença que está confundindo os especialistas do mundo todo pode ser um interessante estudo em termos de energia, e talvez antes do livro terminar eu volte a falar disso.

4º RAIO: CHAKRA DA BASE: O 4º raio é o raio que dissipa a energia. Em termos humanos, quando a energia é dissipada ela resulta em uma falta de resistência, tornando possível que todas as formas de doenças se manifestem. A debilidade pode advir deste raio, assim como rápidas e más reações a doenças inerentes ao planeta em outras palavras miasmas, que podem ser ativados por uma intensificação do fluxo desta energia através do organismo.

 Quedas e choques emocionais também precipitam miasmas do nível sutil para o físico, mas é mais importante compreender a dinâmica de energia do processo.

 Grande suscetibilidade a doenças infecciosas e o contágio provêm dessa energia; o 4º raio está por trás de todas as epidemias, e a gripe é uma de suas principais expressões.

A insanidade, em suas diversas formas, está relacionada com este raio. Seu aspecto negativo é o dogmatismo e o egoísmo; sua expressão mais elevada é o misticismo.

5º RAIO: CHAKRA DA GARGANTA — Esta energia manifesta-se principalmente no plano mental, de modo que ela se torna a energia associada com muitos problemas psicológicos e distúrbios mentais.

Conforme observa Bailey, a CISÃO é a característica marcante desta energia e essa cisão pode manifestar-se, a um nível pessoal, entre os corpos mental, astral e etérico, ou entre o indivíduo e seu grupo, tornando-o anti-social.

 A imbecilidade é uma doença de cisão, do mesmo modo que muitos problemas psicológicos. Insanidades, lesões cerebrais, certos cânceres e desequilíbrios metabólicos são expressões do  5º raio.

 As enxaquecas surgem como resultado de cisão ou falta de relacionamento entre os campos de energia das g1ândulas pituitária e pineal — em outras palavras a personalidade (chakra da testa) e a alma ou espírito (chakra da cabeça) não estão adequadamente relacionadas. Muitos tipos de enxaquecas apresentam um chakra da testa excessivamente ativo;

o excesso de energia através desse centro irá provocar irritação na pituitária, ela incha dentro da sela túrcíca e ocorre a enxaqueca.

Alguns anos atrás, concebi um cartão Rae para tratar desse desequilíbrio, que intitulei P-P HARMONIZADOR DE CAMPO; ele parece ser eficaz em alguns casos e deve ser usado em conjunto com outras técnicas de equilíbrio. Um dos aspectos negativos do 5º raio é o psiquismo mais baixo; no nível mais elevado, seus bons aspectos são criatividade, sensibilidade e inspiração. Não se esqueça de que todo este material diz respeito ao plano astral e à substância astral, que irá refletir-se no nível etérico e, por fim, no plano físico.

69 RAIO: CHAKRA DO PLEXO SOLAR — Esta energia está relacionada diretamente com muitas das doenças da esfera sexual. Como observa Bailey, a fraqueza, o desejo, a desorientação, as perversões e o desenvolvimento direcionado do foco sexual. Crueldade, luxúria, prazeres sádicos e doenças sexuais surgem da energia do 6º raio, quando seu uso é pervertido.

Também está diretamente relacionado com distúrbios gástricos, doenças do fígado e doenças do sistema nervoso. O chakra do plexo solar superativo fará com que o sistema nervoso simpático se torne altamente sensibilizado, e isto, por sua vez, prejudicará a sensibilidade da pele — a aura, então, se torna desorganizada e “aberta” à invasão de infecções e a todo um vasto conjunto de energias negativas e patológicas.

 Emocionalismo é o mau aspecto da energia deste raio, enquanto aspiração e orientação corretas são suas qualidades positivas. As atitudes rígidas do 6º raio podem resultar em artrite e problemas semelhantes nas juntas.

7º RAIO: CHAKRA DA TESTA — Esta energia, que está atualmente vibrando poderosamente para se manifestar, reconcilia a Vida e a Matéria no plano físico.

 Ela está definitivamente associada a infecções e doenças contagiosas e à promiscuidade — ela fornece o meio para o desenvolvimento de bactérias e vírus nos níveis inferiores de consciência e forma. Doenças cardíacas e alguns tumores estão relacionados com o raio, assim como problemas da espinha.

 Os maus aspectos deste raio são o interesse egoísta, o puro egoísmo e a magia negra; os bons aspectos estão na magia branca e na manipulação de forças e energias para a cura do homem e do planeta.

Em Cura esotérica, encontramos as seguintes observações:
1. As doenças sifilíticas são resultantes do uso inadequado da energia do 3º raio, o raio da energia criativa e inteligente da própria substância.

2. A tuberculose é resultado do uso inadequado da energia do 2º. raio.

3. O câncer é uma reação misteriosa e sutil à energia do 1º raio; a vontade de viver é um dos aspectos deste raio. Ele produz, portanto, superatividade e crescimento excessivo das células do corpo, cuja vontade de viver a torna destrutiva para o organismo em que se encontram.

A sífilis se relaciona com o chakra do sacro, com o corpo etérico e com energia do 3º raio.

A tuberculose se relaciona com o chakra da garganta, com o corpo mental e com a energia do 2º Raio.
O câncer se relaciona com o chakra do plexo solar, com o corpo astral com a energia do 1º raio.

Eu sei que, à primeira vista, os conceitos que estou delineando neste livro podem parecer complexos, como algumas fórmulas algébrica e matemáticas.

 Mas, se você aprender a linguagem dos raios e se familiarizar com suas qualidades, virá o momento em que sua compreensão transcenderá o mero aprendizado das palavras associadas com essas energias.

 A radiônica, quando praticada sem uma boa base e uma compreensão dos raios e dos chakras, é apenas um pálido reflexo da arte de curar; seu potencial deve penetrar nessas áreas, se não quisermos que ela se cristalize sob o impacto das energias do 6º raio que influenciam seus praticantes.
 Uma transcrição da Cura esotérica servirá para sublinhar a importância de tal conhecimento.

“Estes são conceitos obscuros e difíceis, mas devemos ponderar a respeito deles, e a profunda reflexão irá conduzir ao entendimento. Todas as doenças e a má saúde são resultantes da atividade ou inatividade de algum dos sete tipos de energia, à medida que eles agem no corpo humano.

Todos os males físicos emergem do impacto dessas energias imperfeitas, da maneira como elas colidem, entram e passam através dos centros do corpo humano.
Tudo depende da condição dos sete centros do corpo humano; através destes as energias impessoais atuam, conduzindo a vida, a doença ou a morte, estimulando as imperfeições do corpo ou trazendo a cura ao corpo.

 Tudo depende, no que concerne ao ser humano, das condições do corpo físico, da idade da alma e das possibilidades cármicas.

Diz-se que há três doenças primárias, das quais todas as outras decorrem. Elas estão, de maneira muito interessante, todas nos raios do aspecto, o 1º (câncer), o 2º (tuberculose) e o 3º raios (sífilis). Todos os praticantes perceptivos prestam atenção aos miasmas, e acho que vale a pena, neste ponto, considerá-los em termos gerais.

 O que é um miasma?

Quando se vai direto a ele, um miasma é algo difícil de se definir em palavras, e a razão para isso, suspeito, se deve à sua natureza muito sutil e abstrata — as palavras, de fato, não o definem em termos realísticos.

 Os miasmas têm sido definidos como os padrões-energia da doença, os padrões de predisposição à doença, as sementes da doença — qualquer que seja a maneira como os enunciemos, perde-se a essência do que eles são.

No momento, devemos contentar-nos, talvez, com a definição de “padrões de energia da doença”, mas eles são muito mais que isso. Em termos esotéricos, constituem a imperfeição da substância planetária (mental, astral e etérica) da qual tiramos o material para a formação dos nossos veículos ou revestimentos.

 Nós atraímos, conforme a programação da substância, executada pelos átomos permanentes, os materiais que podem conter as sementes das três doenças principais. A força dessa substância- energia maculada dependerá de muitos fatores; é suficiente dizer que nós os escolhemos, de modo que somos responsáveis por eles e por sua expressão em termos de má saúde.

 Se você tiver uma combinação dessas manchas, a tuberculose, a sifilítica e a cancerosa, dentro da substância de seus corpos mental, astral e etérico, elas podem permanecer dormentes se você viver uma vida equilibrada.

Por outro lado, as manchas, ou miasmas, podem ser ativadas, como citamos anteriormente, por choque físico ou emocional, pelo influxo de um raio de força particular, possivelmente vindo da alma, ou pelo processo de envelhecimento. O resultado é, sem dúvida, a doença e, possivelmente, a morte, o que, em última análise, um processo de transformação.

O que sempre me interessou é: onde residem esses padrões maculados de energia? Tenho ouvido falar de praticantes que, em seu trabalho de análise radiônica, descobrem, por exemplo, miasmas sifilíticos no plano búdico, ou mais acima — deixem-me dizer aqui e agora que isso é um despropósito absoluto, e não faz nenhum sentido, se tivermos algum conhecimento sobre esses níveis mais elevados de consciência.

 Alguns falam desses miasmas fluindo para baixo a partir dessas exaltadas alturas, para baixo, através da alma e da personalidade, para o corpo etérico da terra. Para o corpo etérico da terra???

 Para algum outro absorvê-los quando encarnar? Eu esperaria que não. O senso comum nos diz que os padrões miásmicos são de uma ordem de energia inferior, de modo que é lógico que eles sejam encontrados embutidos na substância atenuada dos níveis inferiores do corpo etérico, e nos níveis inferiores do corpo astral e, possivelmente, do mental.

Eles se compõem basicamente da energia do 1º, 2º e 3º raios, e esses raios de energia se relacionam a cada um desses corpos. O tratamento dos miasmas deve, certamente, ser direcionado para a transformação e a transmutação da substância maculada, de modo que o padrão destrutivo seja desenredado e elevado, e não devolvido à terra para algum outro indivíduo absorvê-lo.

Em termos esotéricos, o homem está neste planeta para transformar e transmutar o “solo” maculado da terra em todos os níveis dos três mundos.

Canalizar os miasmas de volta à terra dificilmente parece combinar com esse propósito espiritual.

A transformação de energia em matéria e de matéria em energia no nível etérico e físico denso contêm uma pista para manipularmos os miasmas.

Os elementos atômicos têm uma participação direta no processo de transformação de energia em matéria e de matéria em energia, de modo que em seu uso está uma das chaves.

A isto podemos acrescentar remédios de plantas e de pedras preciosas segundo seus raios e, não menos importante, as cores. Não é meu propósito abordar esse assunto em detalhes, mas simplesmente citá-lo.

Se encontrarmos um miasma num paciente, nosso primeiro instinto será desenvolver um tratamento com o objetivo de eliminá-lo do sistema. Mas esta é sempre a atitude correta a se tomar?

 Suspeito que não, e por uma série de razões. Uma delas é que, ativando o miasma, poderemos ativar todas as espécies de fluxos de energia que estão retidos nos níveis mental, astral e etérico inferiores.

Pela sua própria natureza e localização, é possível que essas energias façam surgir reverberações patológicas que podem simplesmente produzir no paciente um conjunto pior de sintomas.

 O paciente pode ser violentamente perturbado, tanto do ponto de vista físico quanto psicológico, principalmente se for sensível ou de idade avançada.

Em muitos casos é permissível eliminar os miasmas, e nos capítulos seguintes iremos considerar caminhos para isso que se relacionam às energias de raios dos remédios de flores e de pedras preciosas, mas não prevejo que se possam estabelecer regras rígidas e rápidas, tão queridas aos corações de alguns praticantes.

De um modo promissor, este capítulo irá sublinhar o fato de a natureza da doença ser uma questão de energia e, se pudermos chegar a um real entendimento dessa questão, teremos penetrado mais profundamente no mundo das causas, e isso deverá servir para aumentar nossa eficácia como praticantes.



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